ROMA
Fundada, segundo a mitologia, por Rômulo um dos dois gêmeos que foram amamentados por uma loba, e que converteu-se depois de sua morte, no deus protetor preferido pelos romanos, Roma é hoje a capital da Itália. Recomenda-se fazer uma lista com os lugares que são prioritários e faze-lo por zonas e não por estilos, ja que tudo está misturado. É importante lembrar que praticamente tudo (quanto a museus), à exceção do Vaticano, fecha nas segunda-feiras. Uma vez preparado só resta começar o percurso.
Se decidir começar o percurso desde o centro da cidade deverá situar-se na Praça Veneza. Nela encontra-se o Palácio Veneza que foi a sede do governo fascista. Este grande palácio do Renascimento romano foi mandado edificar-se pelo Papa veneziano Paulo II, no ano 1455. Conta com um atrativo museu provido de uma estupenda mostra de artes aplicadas, assim como, os belos bronzes de Barsanti, utensílios de ouro e prata, tapetes, brocados e diversas mostras dos oficios e artes da época medieval e renascentista. A sala do Mapamundo que serviu como escritório a Mussolini, tem sido completamente restaurada em seu estilo original e está situada no apartamento papal. Este Palácio permanece aberto todo dia de 9.00 a 14.00 h, exceto segundas-feiras e domingos até as 13.00 horas.
Dali deve-se ir para a Praça de São Marcos, onde levanta-se a Basílica de São Marcos, dedicada ao Santo Padroeiro que supõe ter escrito seu Evangelho, em uma casinha situada no pé do Capitólio. Também está dedicada ao que fora Papa, do mesmo nome, no ano 336. Distinguem-se sua fachada renascentista, um esplêndido mosaico do século IX no ábside e o campanário românico. A primeira igreja é a mais antiga e foi edificada segundo os padrões da basílica clássica. Entre os séculos III e IV construiu-se acima desta uma segunda igreja, embora o edifício que atualmente aparece, data do século IX e foi obra do Papa Gregório IV. A maior parte de interior é dos séculos XVII e XVIII, enquanto que o precioso teto dourado e o portão renascentista datam da época de Paulo II, no século XV. No muro da direita da porta do portão pode ler-se a inscrição de Vanozza Cattanei, amante do papa Borgia, Alexandre VI, e mãe de seus três filhos.
Depois de visitar a Basílica pode-se chegar ao monumento dedicado ao rei Vítor II, Vittoriano, conhecido como o "bolo nupcial" entre os romanos. Esta obra de Giuseppe Sacconi edificou-se para evocar a unificação da Itália e foi inaugurada em 1911. Em seu interior pode-se admirar o Altar à Pátria, o Túmulo do Soldado Desconhecido, acrescida depois da Segunda Guerra Mundial e o Museu Central do Ressurgimento. Dali chega-se a uma de sete colinas de Roma, Campidoglio, a que foi a mais famosa de sete colinas da cidade, sede do Governo e santuário da antiga Roma. Aqui esteve o Templo de Júpiter, lugar onde o senado celebrava a primeira sessão do ano. Atualmente tão só conservam-se alguns dos blocos de pedra cinzento que formavam o Pódium.
Se bem o Palácio Senatorio é ainda a sede oficial da municipalidade, o Capitólio deixou de ser o centro político da cidade para dar passo a uma zona de museus. Chegar-se a eles, através da maravilhosa cordoada de Miguel Angelo, uma pendente pouco pronunciada, com dois grupos de Dioscuros, que foi desenhada por este genial artista para a entrada triunfal do Imperador Carlos V, em Roma em 1536. O Museu Capitolino, com uma excelente mostra da escultura clássica e uma grande pinacoteca, está formado, na verdade, por dois palácios, um deles o Palácio do Conservatório que à finais da Idade Média, fora sede dos tribunais.
O segundo é o Palácio Novo. No centro do pátio pode admirar-se a bela fonte ornamentada com um grande deus do rio, conhecido como Marforio (uma de chamade "estátuas falantes"). A fachada deste palácio também foi um projeto de Miguel Angelo, embora foi finalizada pelos irmãos Girolamo e Carlo Rainaldi, no ano 1654. Este museu permanece aberto de 9.00
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